O ACOG consolida, com metodologia GRADE, que a endometriose pode ser diagnosticada por história, exame físico e imagem (ultrassom transvaginal especializado e, quando indicado, ressonância). A confirmação cirúrgica deixa de ser pré-requisito para iniciar tratamento.
A atualização recomenda a combinação de ultrassonografia transvaginal e amostragem endometrial na avaliação inicial da maioria das pacientes com sangramento pós-menopausa.
A SMFM publicou sua primeira orientação baseada em evidência para diagnóstico e tratamento de câncer durante a gravidez, padronizando a conduta multidisciplinar.
Atualização do protocolo de recuperação pós-operatória acelerada (ERAS) em cirurgia oncológica ginecológica, com recomendações reclassificadas por GRADE.
Coorte de 20.022 gestações únicas: a restrição de crescimento detectada no morfológico do 2º trimestre, mesmo quando normaliza no 3º trimestre, associou-se a maior morbidade neonatal.
Metanálise de 12 ensaios clínicos (4.765 mulheres sem diabetes prévio): suplementação de myo-inositol na gestação/pré-concepção reduziu ~44% o risco de diabetes gestacional.
Revisão sistemática de 120 estudos de randomização mendeliana confirma endometriose, menopausa tardia e adiposidade como fatores de risco para câncer de ovário.
Coorte pareada (20.052 mulheres com SOP): apneia obstrutiva do sono comórbida associou-se a maior risco de embolia pulmonar (HR 1,95) e tromboembolismo venoso (HR 1,32).